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O mercado da área de informática é vivo, ou seja, está constantemente crescendo e mudando de foco. Isso significa que o que é essencial hoje, amanhã pode nem mais existir. Por esse motivo, exige-se que seus profissionais estejam em constante formação e busca por novos conhecimentos.A formação técnica ou superior não garante conhecimento, nem tão pouco avalia um profissional. Serve sim como uma importante ferramenta no seu desenvolvimento. Palavras como pró-ativo, dinâmico e equipe hoje estão em praticamente todos os anúncios de empregos, porém, muitos setores de RH nem sabem o que é isso, e pedem apenas porque estas palavras estão na moda. Ser um “profissional de informática” é algo muito relativo e complexo, pois a informática abrange uma grande gama de setores, os quais exigem grande conhecimento e domínio de ferramentas só empregadas àquele setor. Na maioria das vezes, ter um diploma de curso superior ou até mesmo uma pós-graduação não significa que se tem o conhecimento completo da área em que se forma. Ao contrário, uma pessoa autodidata, que se mantém atualizada quanto às tendências de mercado e às novas tecnologias, possui igual ou maior conhecimento do que um profissional com vários anos de formação. Analisando dessa forma, podemos indagar: - Então alguém que estuda e domina a técnica da cirurgia cardíaca pode sair por aí operando pessoas com problemas no coração? Não. Como no caso do médico, é preciso que o profissional de informática obtenha uma autorização junto aos órgãos competentes para que possa exercer suas atividades e ser responsável por elas. E é exatamente isso que falta na área de informática: um órgão de classe que regulamente, proteja e reja a profissão das pessoas ligadas aos vários setores da informática. Não estou querendo que somente os profissionais com diplomas de cursos superiores possam fazer parte do mercado, mas é realmente preciso que se faça algum tipo de certificação para que o profissional de informática possa atuar na sua área e estar ao mesmo tempo que sendo responsabilizado por seus atos, também se sentir amparado por alguma norma. Essa discussão possui um tema bastante polêmico e vem sendo largamente alimentada no site da SBC (Sociedade Brasileira de Computação): |
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